As mudanças no mundo do trabalho acarretadas pelas inovações tecnológicas e na organização do trabalho trouxeram o novo paradigma da qualificação e desqualificação do trabalhador. Desta maneira, a escola surge como condição para o acesso ao emprego e da mobilidade social.
Entretanto a reforma da educação profissional ocorrida em 1997 mostra-se ineficaz uma vez que reforça a dualidade entre o ensino propedêutico e o técnico; insatisfação nos alunos e professores pela baixa qualidade dos cursos e/ ou volume de disciplinas o que provocou evasão. Por fim o Decreto 2.208/97 é revogado.
Com a publicação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico o currículo passa a centrar-se nas competências profissionais: o saber aprender - a autonomia no aprender, o que transfere ao indivíduo a responsabilidade pelo seu aprendizado ou não e ainda sua empregabilidade, o saber fazer – a sua adaptação às constantes exigências do mercado, e o saber ser – suas relações sociais e autodisciplina. O empregador possui a força de trabalho, mas sujeita às necessidades do mercado.
Nesta perspectiva, o trabalho está em íntima relação com os meios sociais de produção e, por isso, subordinado a adaptação dos modelos econômicos estabelecidos pelos detentores do capital. Entretanto, contraditoriamente, os trabalhadores podem dispor desses saberes para uma formação ampla,integrada e crítica.
Entretanto a reforma da educação profissional ocorrida em 1997 mostra-se ineficaz uma vez que reforça a dualidade entre o ensino propedêutico e o técnico; insatisfação nos alunos e professores pela baixa qualidade dos cursos e/ ou volume de disciplinas o que provocou evasão. Por fim o Decreto 2.208/97 é revogado.
Com a publicação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico o currículo passa a centrar-se nas competências profissionais: o saber aprender - a autonomia no aprender, o que transfere ao indivíduo a responsabilidade pelo seu aprendizado ou não e ainda sua empregabilidade, o saber fazer – a sua adaptação às constantes exigências do mercado, e o saber ser – suas relações sociais e autodisciplina. O empregador possui a força de trabalho, mas sujeita às necessidades do mercado.
Nesta perspectiva, o trabalho está em íntima relação com os meios sociais de produção e, por isso, subordinado a adaptação dos modelos econômicos estabelecidos pelos detentores do capital. Entretanto, contraditoriamente, os trabalhadores podem dispor desses saberes para uma formação ampla,integrada e crítica.