segunda-feira, 2 de março de 2009

Quase nada sem Meryl Steep!



O filme O Diabo Veste Prada (The Devil wears Prada) é baseado em livro de mesmo nome da autora Lauren Weinsberger (2003). O filme mostra um mundo voltado para a ditadura da moda, do chefe tirano e como sobreviver nele!
Para quem conhece os bastidores do livro (a autora trabalhou como assistente-pessoal de Anna Wintour editora chefe da Vogue) o filme não passa de revanche. Quem nunca sentiu vontade, ao menos uma vez, de “detonar” um chefe mesquinho, narcisista, autoritário e que parece viver num pedestal acima de tudo e de todos?
Não por acaso Miranda Priestly (Meryl Streep) é comparada ao diabo! Ela transforma a vida de seus funcionários num verdadeiro inferno. Ninguém pode cometer erros, seus “pedidos” são absurdos, todas são anulados em sua individualidade - a chefe as chama de Emily- o mundo da moda é levado ao extremo. Diante disso alguns parecem estar prestes a passar como um rolo compressor em cima do outro para ter seu lugar ao sol - e para isso desistem de sua vida pessoal -enquanto outros ficam passivos a espera do reconhecimento- e para isso desistem de si mesmo. Cabe a cada um decidir até onde vão os seus limites.
Por outro lado - para quem é masoquista – Miranda pode ser apenas uma chefa linha dura que precisa de uma equipe dedicada e de lealdade cega para atingir seus objetivos: um belo futuro profissional mesmo que na solidão!
O filme é, em resumo, lugar comum. Pessoalmente, que sigo a linha “bossa nova”, ou seja, no stress prefiro ficar com a brilhante atuação de Meryl Steep sem levar o filme muito a sério.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O Banco Mundial e as Politicas Educacionais
O Banco Mundial e as Políticas Educacionais

Na década de 80 vamos encontrar o Brasil em severa crise econômica. O país está mergulhado na dívida externa e submisso aos planos intervencionistas impostos pelos credores externos.
O Banco Mundial, inicialmente planejado para dar suporte financeiro à economia dos países assolados pela Segunda Guerra Mundial, passa a desempenhar uma função global de auxílio econômico realizando empréstimos destinados a projetos de investimentos que eram de infra-estrutura, passam a setores como agricultura e desenvolvimento e por fim culminam na área social.
Estes empréstimos, que asseguravam a estabilidade econômica, eram condicionados a uma “assessoria técnica” e exigência de implementação de medidas estruturais.
Fazem parte das medidas para a estabilização da economia: o liberalismo econômico, o corte dos gastos sociais, a privatização, o incentivo à entrada de capital estrangeiro.
As Políticas Educacionais promovidas pelo Banco Mundial são feitas de modo a atender às necessidades de um sistema econômico neoliberal. Senão vejamos:
· As propostas são realizadas por economistas, desconsiderando a participação de pesquisadores dos países em que tais medidas serão efetivas;
· Há ênfase no nível básico, voltado principalmente para formação de mão de obra;
· A proposta baseia-se principalmente na garantia de acesso, equidade e qualidade, entretanto, não valorizam os agentes do processo como os professores, corpo discente e administrativo e não busca a melhoria no currículo;
· As melhorias conseguidas em determinada região são tomadas como parâmetro para outras regiões desconsiderando-se as diversas realidades.

Essa dependência mostra-se danosa para o desenvolvimento do país. Embora possamos dizer que esses empréstimos constituíram-se de fato em desenvolvimento econômico ainda assim continuamos o ciclo histórico de dependência.
O grande desafio constitui-se em promover um desenvolvimento autônomo sem a dependência de capital estrangeiro e sem perder a identidade nacional.



terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

EPT e Políticas Públicas

Olá ! Estou iniciando a edição do Blog